quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

Artigo para o jornal da escola: "A verdade sobre as energias alternativas"

A verdade sobre as energias alternativas

Toda a gente já sentiu o assédio dos grupos ambientalistas e alarmistas. Somos quase diariamente invadidos por propaganda pró-ambiental, dando-nos conta de factos que apenas raras vezes não são moldados para o efeito para o qual são usados. Talvez o aquecimento global não seja tão preocupante como nos tentam fazer acreditar, talvez o buraco do ozono não seja causado pelo homem e talvez, acima de tudo, não sejamos ainda capazes de reverter a hipotética situação em que estamos.

Por nos parecer que havia alguma falta de transparência e imparcialidade na abordagem ao tema, foi nesta última hipótese que centramos a nossa investigação e chegámos a algumas conclusões que gostaríamos de partilhar com a intenção de introduzir alguma objectividade numa discussão que há muito deixou de ser meramente ambiental.

O seu browser pode não suportar a apresentação desta imagem.A principal conclusão a que chegámos poderá ser um tanto ou quanto decepcionante para algumas pessoas já que nos fazem assentar os pés na Terra depois de um voo demasiado longo e fantasioso liderado pelos grupos ambientalistas. A verdade é que actualmente não dispomos de uma alternativa energética aos combustíveis fósseis. Isto é, por mais boa vontade que tenhamos e por mais “amigos do ambiente” que gostemos de parecer lamentavelmente não dispomos de uma solução para o problema. Parece-nos, portanto, que o caminho deve ser o da investigação e desenvolvimento tecnológicos e humano e que este nada tem a ganhar com a propaganda alarmista e catastrofista, na maioria das vezes infundada ou deturpada, que alguns elementos da sociedade insistem em alimentar.

Para o nosso pequeno estudo catalogámos as diferentes ofertas de energias renováveis que o mercado mundial pode actualmente oferecer. Deste vasto leque, seleccionámos a solução mais rentável, neste caso um sistema de aproveitamento da energia eólica com um custo directo de produção de 1,05M€/MWh (euros por megawatt hora), e verificámos que, para satisfazer as necessidades energéticas globais de cerca de 1,5 x 1010 MWh por ano, seria necessário um investimento de cerca de 1,57 x 1010 Milhões de Euros, o que corresponde a aproximadamente 300 vezes o PIB mundial, hipotecando assim qualquer independência dos combustíveis fósseis com a tecnologia actual.

Perante este resultado parece-nos, mais uma vez, absolutamente necessário que a investigação nesta área seja intensificada e incentivada pelos organismos governamentais com vista a conceber soluções reais para fazer frente a um problema que, apesar de toda a discussão que aqui fizemos pode, de facto, ser relevante e que, por isso mesmo, deve ser tratado com toda a precaução pois poderemos eventualmente, e como resultado da nossa ignorância actual, contribuir para o seu agravamento. Razão pela qual é, apesar de tudo, indispensável que se mantenham e desenvolvam as medidas de prevenção destes fenómenos associados à poluição, até que uma resposta definitiva e cientificamente plausível para a dimensão destes efeitos seja avançada e recolha o consenso da maioria das pessoas.

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

Aulas 41 e 42: Artigo e Relatório da Saida de Campo

Nesta aula foi dedicada á redacção de uma Artigo de opinião intitulado de "A verdade sobre as Energia Renováveis" que virá a ser publicado no Jornal da Escola esperemos que ainda este mês.
Neste artigo falámos sobre a actualidade das Energias e sobre o problema de estarmos a ser alarmados "sem necessidade" e em como a independência dos combustíveis fósseis é actualmente impossível.
Redigimos também o relatório da Saída de Campo, onde relatámos alguns dos contra-tempos e restrições ao nosso projecto.

O Artigo de Jornal será brevemente publicado no nosso blog.

Obrigado,
O Grupo 1

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

Aulas 39 e 40: Primeira saida de campo

Nesta aula deslocámo-nos à Universidade de Aveiro com o intuito de falar com o Sr. Prof. Jorge Ferreira do Departamento de Engenharia Mecânica de modo a debater um modelo de recuperação da energia das ondas que obedecesse às nossas limitações, tanto técnicas como financeiras.
Desta reunião retirámos uma ideia, por um lado inovadora, e no entanto acede às nossas limitações. Vamos partir de materiais reciclaveis e fora de uso, para produzir este modelo que poderá ter diversas utilizações de entre as quais, Sinalização e Fornecimento à rede eléctrica (modelo em grande escala).
Assim temos um ponto de partida seguro para arrancar com o projecto.

Obrigado,
O Grupo

terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

Aulas 37 e 38: Delinear Objectivos

Nesta aula e visto os professores que contactámos da Universidade não nos terem respondido, decidimos avançar com o projecto da barragem. Vamos seguir com este projecto até sermos contactados para uma conversa orientadora com um professor especializado na área.
Com isto definimos alguns objectivos:
  • Modelo em Flash ilustrativo do funcionamento do nosso sistema;
  • Descrição Pormenorizada do seu funcionamento;
  • Construção de um modelo em pequena escala.
Começámos também a delinear algum do material que vamos utilizar para o nosso projecto.
Preparámos também a nossa saída de campo, a realizar na próxima terça-feira à Universidade de Aveiro e uma entrevista a realizar a um técnico da Martifer em dia a definir.

Obrigado,
O Grupo1